title DEZOITO

description Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Pipoca Sound

Voz da vinheta: Priscila Armani

pubDate Thu, 23 Apr 2026 09:57:00 GMT

author Déia Freitas

duration 1292000

transcript

Speaker 1:
[00:00] Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.

Speaker 2:
[00:08] Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão. E hoje eu não estou sozinha, meu publi. Quem está aqui comigo hoje é a Pat Love. Com o plano de saúde Pat Love, você demonstra amor responsável e cuidado preventivo com o seu pet. E se você, assim como eu, tem muitos pets, eu tenho dez, gente, seis gatos e quatro cachorros, você garante proteção a todos eles com o plano de saúde Pat Love. O plano de saúde Pat Love é perfeito para famílias grandes, porque ele tem um desconto progressivo, 10% de desconto no segundo pet, 20% de desconto no terceiro pet e 30% de desconto a partir do quarto pet, que é o meu caso. E o acolhimento é igual para todos os pets. O valor cobrado é o mesmo ou independente da idade ou da raça do seu bichinho. Todo pet ainda ganha a microchipagem grátis, que dá uma segurança extra, né? A contratação do plano de saúde Pat Love é 100% digital, rápida, prática, fácil de fazer e você paga um valor que cabe no seu bolso. Plano de saúde Pat Love, se tem pet, tem que ter. Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio e fica comigo até o final que tem cupom. E hoje eu vou contar para vocês a história do Pedro. Então vamos lá, vamos de história. Pedro teve uma infância tumultuada. Os pais mudavam muito de casa, abriam e fechavam muitos negócios. Sabe aquela coisa, a gente tem dinheiro ou não tem dinheiro? Não sabia. A gente vai estar aqui, eu vou estar nessa escola até o final do ano, vou estar em outra? Não sei também. Apesar de ter tido uma infância amorosa, os pais sempre foram carinhosos com o Pedro, era tudo muito instável. Principalmente essa questão de onde a gente ia morar, que escola ia estudar. Os pais estavam sempre mudando, eram sempre casas boas, mas o Pedro tinha essa insegurança de fazer amigos e depois sumir embora. O tempo foi passando, o Pedro cresceu, conseguiu se formar no ensino médio. Assim que ele completou 18 anos, o pai dele falou, que bom, agora a gente vai poder ter a nossa empresa familiar. Nessa época, o pai dele tinha uma empresa, ele e a mãe, que vendia filtros. Todo tipo de filtro para empresas, era uma época que estava começando a moda do galão de água mineral também. Era tudo nessa vibe de água mineral, de filtro para empresas, nunca para o consumidor final. Pedro via pai e a mãe trabalhando nisso e o pai falou, olha, agora você vai trabalhar com a gente, a gente vai poder expandir, crescer, você está novo, um sangue novo na empresa. Aí você vai, faz uma faculdade de administração para ajudar a gente aqui. Pedro ficou empolgado e começou ali a trabalhar com os pais. O pai dele foi dando ali novas atribuições para ele e também mais responsabilidades. Pedro, com 18, 19 anos, passou a assinar muita coisa da empresa. Inclusive, assinava os cheques. Nossa, quanta responsabilidade para um garoto, né? O tempo foi passando. Aquela empresa de filtros não deu muito certo. Foram lá, abriram uma lanchonete. Pedro também continuava muito responsável. O pai sempre passava as coisas para ele fazer, os pagamentos, as coisas. Ele que cuidava de tudo. Essa lanchonete, o pai resolveu passar para frente, não deu certo. Abriu um terceiro negócio. Agora uma empresa de estética. Nisso, o Pedro já estava terminando a sua faculdade de administração e ali na faculdade de administração, ele estava vendo umas coisas que, ali na dinâmica familiar que ele estava vivendo, estava estranho. E nisso, ele já tinha conhecido uma moça na faculdade, que a gente vai chamar aqui de Suellen.

Speaker 3:
[04:35] Nessa terceira empresa, ele falou Olha pai, eu vou ler isso aqui que você está me dando para eu assinar, né? Já te devolvo.

Speaker 2:
[04:43] O pai ficou muito bravo. Quando o Pedro leu, ele viu que a empresa estava sendo aberta no nome dele, no CPF dele. E o Pedro disse não. O pai ficou muito bravo, a mãe ficou muito brava, mas o Pedro não assinou.

Speaker 3:
[05:02] Começou a conversar com a Suellen sobre isso e a Suellen alertou ele e falou Pedro, você me dizia que assinava tudo para os seus pais das outras empresas. Você não acha que essas empresas que eles fecharam, que faliram, não estão no seu nome? Imagina, eu tinha 18 anos, não tinha renda, não tinha nada, impossível. Dá uma pesquisada.

Speaker 2:
[05:24] Ele foi na Poneira Asa, pesquisou. Gente, não é que o nome dele estava muito sujo de tudo. E o Pedro nunca tinha aceitado ser dono de nenhuma empresa. Achava que, sei lá, o pai tinha feito procuração e ele que assinava os cheques, assinava as coisas. O Pedro estava com uma dívida na praça de meio milhão. Um monte de coisa. O Pedro foi confrontar os pais e aí que vem, né, o pior de tudo, os pais acham que estão certos. Que o Pedro devia a eles a vida, porque eles a vida toda sustentaram o Pedro. E o Pedro tinha que ter essa contrapartida com eles. E que a empresa não deu certo porque não deu certo. E a dívida agora? Ah, seu pai e sua mãe vão pagar a sua dívida? Não, eles não têm nem como pagar a dívida. A única coisa que o Pedro não devia eram as mensalidades da faculdade, que ele fez uma faculdade particular, que não era tão cara, porque ele mesmo que fazia os pagamentos, né, porque se não fosse para o pai e a mãe fazer, capaz do último ano também ele está devendo ali a faculdade. Pedro se viu desesperado, gente. Pensa um rapaz com vinte e pouquinhos anos, cheio de dívida, uma dívida que assim, você não vai conseguir pagar essa vida. E processos judiciais, não era só a dívida, não era dívida de cartão, gente, é dívida que você faz, assim, coisa jurídica, que tem processo e que tem penhora e você não tem bens. Sabe esse tipo de dívida? Esse tipo de dívida judicial. Os pais, não achando que fizeram nada errado, Pedro, quando descobriu, estava trabalhando com eles, parou, mas quem disse que Pedro conseguia ir à empresa? Eu não sabia que empresa consulta Serasa, SPC, esse tipo de coisa. Eu acho que nem pode, né, gente? Você não pode deixar de contratar uma pessoa, porque ela está com dívida na praça, né? Mas, coincidência ou não, ele chegava até uma parte do processo seletivo e depois não passava. Será que havia essa consulta jurídica? Sem alternativa, os pais já tinham aberto a última empresa deles, né, a que estava funcionando, no nome de uma tia da mãe. Então, veja, eles já estavam já complicando o nome de uma outra pessoa. Pedro, sem alternativa, teve que trabalhar com eles, agora já pensando em manter um negócio saudável, para não ferrar o nome da tia avó dele e também porque ele não conseguia emprego em lugar nenhum. O relacionamento dele com a Suellen foi firmando. Pedro, muito infeliz naquela empresa, orientou a tia avó como ela podia dar baixa naquele CNPJ sem nem que os pais soubessem, porque era tudo no nome dela. Pedro foi orientando ela a fechar tudo, porque Suellen abriu uma empresa e agora ele ia trabalhar para Suellen.

Speaker 3:
[08:46] Suellen falou, olha, eu te registro e você trabalha comigo, porque a gente está praticamente casados.

Speaker 2:
[08:52] A Suellen foi consultar uma advogada e foi orientada a casar com ele com separação total de bens. E assim eles casaram, porque qualquer penhora, qualquer coisa que acontecesse, não ia recair sobre alguma coisa que eles construissem juntos ali. Então, assim, o Pedro se separar da Suellen, ele fica sem nada, porque está tudo no nome dela. O casamento deles é ótimo. Os pais consideraram o que ele fez com a tia-vó uma traição, porque de uma hora para outra a tia-vó realmente fechou tudo. Fechou conta em banco, fechou tudo, antes que eles fizessem empréstimo, esse tipo de coisa. Pedro conseguiu romper com os pais. Os pais acham o Pedro a pessoa mais ingrata desse mundo, porque além de não aceitar mais, abrir empresas no nome dele para benefício dos pais, ainda fez a tia-vó fechar a empresa que estava aberta, porque ele ia sair, ele sabia que os pais não iam administrar de uma maneira saudável. A dívida trabalhista que os pais deixaram em duas empresas abertas no nome do Pedro, ele paga parcelado até hoje. Ele já foi atrás de advogado para ver se compensava processar os pais. Não compensa, porque ele assinou tudo e ele já tinha feito 18 anos. O Pedro me disse que descobriu, nessa saga toda dele, de tentar resolver a vida financeira dele, a jurídica dele, muita gente que os pais fizeram a mesma coisa. Gente que era até menor de idade, que ficaram com dívidas milionárias, que os pais abriram uma empresa no nome de crianças. Como que consegue abrir empresa em nome de criança? Não sei. Mas o Pedro disse que tem até grupos, comunidades, só de pessoas que passaram por isso que ele está passando até hoje. Porque isso, gente, é até hoje. O Pedro nunca conseguiu fazer um financiamento de carro, de casa, nunca conseguiu fazer um crediário, ter um cartão de crédito, nada no nome dele. Ele tem um cartão adicional que a Suelen deixa com ele e tal, né? Ele não conseguiu, por exemplo, uma coisa que ele queria ter feito, que dava para parcelar o parto do filho deles. Foi a Suelen que teve que parcelar, porque eles estavam sem convênio. Então, assim, é muito frustrante para o Pedro, né? Você iniciar a sua vida, começar a sua família com a sua esposa e você não conseguir fazer nada, tirar nada no seu nome. E não é uma coisa assim que, ah, você consegue planejar para limpar. Não, porque são dívidas jurídicas, processos na justiça muito altos. Mais um tempinho, ele termina essa dívida trabalhista e as outras dívidas, gente, são valores que não dá nem para ele parcelar, não dá nem para fazer acordo, porque ele não vai ter como pagar. E, como ele é casado em separação total de bens, ainda bem, a Suelen consegue fazer as coisas no nome dela, não ter nenhuma penhora, nada, né? A última empresa que eles abriram em nome do Pedro, eles tinham conseguido um cartão de crédito, que o Pedro não sabia que eles estavam usando e pagando, era assim que eles iam se mantendo, eles usavam, mas pagavam. Não deixavam virar uma dívida, né? Só que agora, parece que eles têm um novo cartão, em nome de quem? O Pedro não sabe. E aí, eles foram lá e usaram todo o limite desse cartão. Que o Pedro nem sabia que existia, gente. E aí, o Pedro começou a receber cobrança, né, de cartão, e achou que era de dívida antiga dos pais, até que uma das atendentes falou que as últimas compras tinham sido feitas, uma data que não batia.

Speaker 3:
[13:03] Ele falou, bom, então deve ter sido algum cartão clonado, alguma coisa, porque eu não tenho nem nome ainda. Meu nome tá sujo, não tem como alguém ter cartão.

Speaker 2:
[13:10] E aí, a moça falou que era um cartão que tinha tantos anos e que era um cartão dele, sim. Os pais usaram todo o limite e depois não pagaram, né, porque já devem estar com outra fonte de renda. E aí, me diz, como, gente, como que os pais dormem de boa, assim? Porque, primeiro, que trambiqueiros, né, que desde cedo sempre mudaram, alguma coisa tinha já. Antes do Pedro fazer 18 anos, em nome de quem eles colocavam as empresas, né? Eu falei, Pedro, e seus parentes? Ele falou para mim, Andréia, eu tenho poucos. Essa tia da minha mãe já está agora bem velhinha, eles nem vão conseguir fazer mais nada, e tem as filhas dela que cuidam, mas na época a gente nem comentou com as filhas dela, porque assim, ele é a Sueli, porque se não ia sair uma briga. Pedro descobriu que uma das dívidas trabalhistas que tinha lá é porque, além deles não terem registrado um funcionário, eles também abriram uma empresa no nome do funcionário. Então eles devem fazer isso, até hoje, não sei. Eu ainda perguntei para o Pedro, na época você não pensou em fazer um BO contra seus pais? Sei lá, né, gente? E o Pedro falou, Andréia, eu até pensei, até falei com o advogado amiga da Suelen e tal, mas eu assinei tudo. Não tem como provar que meus pais me obrigaram, porque eles não me obrigaram, eles me iludiram, eles mentiram para mim. Eu achei que eu estava assinando coisas porque eles tinham colocado uma procuração para eu poder responder pela empresa, para facilitar a administração da empresa. Não que eu fosse dono da empresa. E ele falou para mim, Andréia, eu também preciso tomar a minha parte de responsabilidade. Eu era muito nova, eu tinha 18 anos, e eu, sinceramente, eu não lia, eu só assinava. Eu não lia nada. Eu apenas assinava porque era meu pai e minha mãe. Como que eu ia desconfiar do meu pai e da minha mãe? Eu apenas assinava. Eles falavam que era X, Y, e eu assinava, sem ler. Pedro não tem esperança de resolver todas as dívidas, porque são valores impossíveis dentro da realidade dele. Ele toma antidepressivo, tem fases boas e ruins. Porque, além de tudo, é você entender que seu pai e sua mãe sabiam que estavam fazendo isso, que iam ferrar sua vida, sua juventude. Estava começando a sua vida e seus pais estavam te aplicando um golpe. Então, o que dói mais, ainda mais para tratar isso em terapia do Pedro, é saber que os pais tinham essa consciência de que ele ia sofrer, de que ele não ia conseguir fazer as coisas na vida e que ele estava começando a vida dele. E, ainda assim, os pais não se importaram e não pouparam o Pedro. E ainda acham que o Pedro, sim, tinha a obrigação de ajudar eles no negócio mesmo que fosse falindo e se enchendo de dívida por conta dos pais. Eles soalham, então, muito bem, com as finanças em dia, o casamento bom, eles têm um filho, mas o Pedro falou, é aquela instabilidade que eu tinha quando eu era criança, que eu não sabia se eu conseguia fazer amigos, se eu ia me mudar e tal. Hoje, assim, eu amo muito, eu sou ela e eu sei que ela me ama, mas eu sei que se a gente terminar, eu não sei nem onde eu vou conseguir um emprego. Eu vou sair sem nada e não sei como vai ser a minha vida. Então, assim, mesmo sabendo que o meu relacionamento com ela é muito bom e saudável, eu tenho esse medo. Então, olha só, gente, pai e a mãe, seu pai e sua mãe ferraram a sua vida. A partir do momento em que você fez 18 anos, eles já transformaram a sua vida toda numa sucessão de fracassos e de dívidas e sabendo disso, conscientes disso, que eles sabiam que eles não iam pagar, tiraram todo tipo de empréstimo. Gente, coitado do Pedro. E ele escreveu para a gente para alertar. E ele disse que tem muita gente que passa por isso, que hoje em dia, ainda bem, parece que agora tem algumas leis novas que você não pode colocar a criança como sócio. Gente, eu achei que isso aí era óbvio, mas antigamente parece que podia. Você botava criança como sócio, você abria empresa, emancipava sua criança de 14, 15 anos e botava lá com uma parte da empresa. Não sei como é isso hoje, mas o Pedro disse que as leis mudaram, que antes era meio solta coisa. Mas ainda assim, no caso do Pedro, ele assinou, né gente? Então é aquilo, nem se for seu pai e sua mãe, não assina as coisas sem ler. Dá mais ser jovem, está começando a sua vida, seu pai e sua mãe falar, vamos fazer isso aqui junto, assinar. Você não entende nada de administração, como você vai ser sócio de uma empresa. Você é praticamente uma criança, porque 18 anos é criança, gente, é adolescente ainda. O que vocês acham?

Speaker 4:
[18:44] Oi, não é Imbia Blizers, aqui quem fala é a Mariana de Maringá. Pedro, eu me identifiquei muito com a tua história. Eu passo a mesma situação, hoje eu tenho 27 anos e há 12 anos eu não tenho controle sobre o meu CPF. Eu brinco que eu fiz 18 anos, mas eu nunca fui adulta em relação ao meu CPF e à posse do meu nome. Com 13 para 14 anos, eu tenhei 1% da empresa da minha mãe. Ela foi na lábia do ex-marido dela e acabou que ficou muitas dívidas nessa empresa, dívidas trabalhistas, que inclusive foi ele que fez. Se eu comprar uma bala, essa bala, a escritura dela não pode estar no meu nome. Então é uma vida muito instável assim, falando em relação a esse tipo de segurança. Beijo, fiquem com Deus, Pedro, vai estar tudo certo.

Speaker 5:
[19:27] Oi, aqui é Munique, eu falo de Curitiba. Quando eu entrei na faculdade eu tinha 17 anos e eu não sabia que eu já tinha empresa aberta no meu nome. Quando eu me formei, foi aí que eu descobri que eu tinha dívidas impagáveis. Meus pais nunca me explicaram, minha mãe faleceu logo depois que eu me formei e meu pai teve um AVC e perdeu parte da memória, então ele nem reconhece essas dívidas, ele fala que isso ele nunca fez. Isso deixa uma marca na gente muito mais do que financeira, sabe? Que a gente só consegue curar com muita terapia. Te desejo sorte, espero que você tenha muita calma, porque é uma vida lutando contra esse problema que deixaram para você.

Speaker 2:
[20:13] Você tem muitos pets e quer proteger de forma igual todos eles? O plano de saúde Pet Love é perfeito para isso, porque ele tem descontos progressivos para famílias grandes de pets, tipo a minha. Seus pets são cuidados da mesma forma, com o mesmo respeito, independente da idade ou da raça deles. Seus pets ainda ganham microchipagem grátis, e a contratação é prática, rápida, fácil de fazer, 100% online, e com o nosso cupom, Pony 50, amo Pony, em maiúsculo, 50 numeral, tudo junto, você ganha 50% de desconto na primeira mensalidade do plano de saúde Pet Love que você escolher. Faça agora a contratação de um plano de saúde Pet Love. O nosso cupom é por tempo limitado, tá? E consulte aí os termos e condições. Valeu, Pet Love, parceira, tamo junto. Um beijo, gente, e eu volto em breve.

Speaker 1:
[21:18] Quer a sua história contada aqui? Inscreva para nãoenviabilize.gmail.com Picolé de limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize!